Pré-eclâmpsia: Causa, identificação e sulfatação

06 de novembro, 2019
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Pré-eclâmpsia: Causa, identificação e sulfatação.

Você já ouviu falar de pré-eclâmpsia? Este distúrbio está presente em cerca de 5% das mulheres grávidas e tem seu diagnóstico feito, normalmente, durante o pré-natal, com relação direta à hipertensão e a proteinúria. A hipertensão é o aumento da pressão arterial, enquanto a proteinúria é a presença de proteína na urina. Essa complicação aparece, geralmente, após 20 semanas da gestação, mas é mais comumente encontrada depois da 37ª semana.

O que causa a pré-eclâmpsia na gravidez?

Esta pergunta ainda não tem uma resposta exata. O que se sabe, atualmente, é que a condição está diretamente associada à hipertensão arterial na gravidez. Esta hipertensão pode ser crônica, mas também apenas uma especificidade da gravidez. Ainda há outras possíveis causas, como doenças autoimunes, problemas nos vasos sanguíneos, deita e genes.

O que é sulfatar a gestante?

Quando a paciente já está com um quadro confirmado de pré-eclâmpsia, ou eclampsia PA elevada, usa-se o termo “sulfatar a gestante”, que nada mais é do que usar o sulfato de magnésio na paciente para diminuir a pressão arterial ou tratar convulsões durante o quadro, por exemplo.

Como identificar?

A pré-eclâmpsia pode ser assintomática e, por isso, é importante que a gestante esteja sempre acompanhando a gravidez e realizando o pré-natal de forma correta. Porém, há alguns sintomas que podem ajudar a identificar a condição e, também, fatores de riscos:

SINTOMAS_pre_eclampsia

FATORES_de_risco_Eclampsia

* Para esta condição, deve-se considerar o parceiro. Caso seja uma segunda gravidez, mas de um novo parceiro, os riscos são iguais a de uma primeira gravidez. Isso se dá porque a gravidez pressupõe o crescimento de um ser geneticamente diferente dentro do útero da mulher, já que o bebê herda metade dos genes do pai. Ela não irá rejeitar esse corpo estranho por desenvolver mecanismos imunológicos que protegem o feto, mas o corpo pode liberar proteínas de circulação materna que provocam resposta imunológica da própria gestante. Essa resposta acaba agredindo as paredes dos vasos sanguíneos, o que causa vasoconstrição e aumento da pressão arterial, diretamente ligada à pré-eclâmpsia.[/caption]

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