Telemedicina no Brasil

24 de julho, 2020
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A prática de telemedicina já é bastante avançada em diversos locais do mundo; nos Estados Unidos, por exemplo, a associação responsável pela telemedicina, a ATA, foi criada nos anos 90. No Brasil, a comunidade ainda debate muito sobre o assunto mas, por conta da pandemia do novo coronavírus, o CFM e o Ministério da Saúde estão indo atrás do prejuízo para agilizar que a prática seja autorizada no país.

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Como funciona

 A ideia é que pacientes possam fazer consultas simples por meio da internet por plataformas específicas. Nós fizemos uma pesquisa trazendo algumas dessas plataformas para você conhecer um pouco dos pontos fortes e dos pontos fracos.

 

 

De modo geral:

O software da iClinic é voltado para a gestão de clínicas para a maneira que lidam com as suas informações. Sendo assim, durante o teste, não é possível entender como o paciente entende a plataforma.

 

 

De modo geral:

O fato de a plataforma estar gratuita durante a pandemia é um grande atrativo, mas não conseguimos testar, de fato, a plataforma, por conta da lista de espera, que aparenta ser longa.

 

 

De modo geral:

Para a telemedicina, o aplicativo é uma grande promessa. Por ora, o software é voltado apenas para agendamentos online e para a gestão de clínicas. Vale a pena ficar de olho.

 

 

De modo geral:

A plataforma parece atender aos primeiros passos da Telemedicina no país e, por se tratar de uma plataforma gratuita por ora, vale o teste.

 

 

De modo geral:

Um dos mais completos atualmente, com o prontuário eletrônico sendo um dos pontos mais atrativos. Os planos ainda são fracos mas tendem a melhorar com o tempo.

 

 

De modo geral:

Foi o que melhor atendeu aos aspectos da telemedicina; apesar de não disponibilizar os valores no site – é preciso fazer contato com a empresa para saber os valores – quando liberarem o cadastro de pacientes, será a plataforma mais completa da área.

 

Telemedicina pós pandemia

Por conta da pandemia, a telemedicina parece uma opção segura para pacientes que não estão contaminados pelo COVID-19 e precisam de atendimento de outra natureza, além de um meio importante para outros médicos. A importância da legalização desta prática no Brasil nos garante a criação de mais plataformas e opções completas para os médicos realizarem as consultas, de modo remoto, com segurança e sem deixar que informações importantes passem despercebidas e, também, que a experiência não seja um pesadelo burocrático, mesmo depois da pandemia.

 

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