Cirurgia bariátrica: quando e para quem é indicada?

Cirurgia bariátrica: quando e para quem é indicada?

por André Massarotti

A cirurgia bariátrica vem ganhando notoriedade dentro da medicina moderna. Em 2018, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) afirmou que a incidência da cirurgia aumentou quase 47% entre os anos de 2012 e 2017. Por conta dos riscos e da importância da cirurgia, o MEC (Ministério da Educação) chegou a aprovar a Residência específica para esta cirurgia. Mas muitos ainda se perguntam se todos podem fazer e se há um tempo para realiza-la. A resposta para a primeira pergunta é: não. Nem todos podem fazer. E sim, existe um tempo determinado para que se possa realizar a cirurgia. Leia mais: Residência em Cirurgia Bariátrica já é uma realidade A gastroplastia, outro nome para a cirurgia bariátrica, nada mais é que uma cirurgia plástica no estômago, visando a redução de peso de pacientes com IMC (Índice de massa corporal) muito elevado. Para quem é indicada A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica esta cirurgia para dois tipos de pacientes: primeiramente para aqueles com IMC acima de 35 Kg/m² que possuam doenças como apneia, hipertensão arterial, problemas articulares, diabetes, entre outras. O segundo perfil é para pacientes com IMC acima de 40 Kg/m². Quando fazer? Caso comprovada as doenças para aqueles com IMC acima de 35 Kg/m², o paciente pode procurar um especialista e realizar os exames para passar pelo procedimento. Agora, para aqueles com IMC acima de 40 Kg/m², é necessário que o paciente tenha passado por, pelo menos, dois anos de tratamento clínico para perda de peso. Caso depois deste tempo ele não obtenha sucesso, então sim, mesmo sem complicações, ele poderá procurar um especialista para realizar o procedimento. Leia mais: Cirurgia bariátrica. Benefícios Além da perda de peso, o paciente pode ser beneficiado no tratamento de algumas doenças e, também, melhora em outras. É possível perceber, em grande parte dos pacientes, a remissão de diabetes, da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, dos níveis de ácido úrico e, ainda, alívio nas dores articulares. Porém, nem tudo são flores: os pacientes devem ter acompanhamento nutricional por todo o período pós-cirurgia, já que a cirurgia pode fazer com que o organismo tenha dificuldades na absorção de ferro e vitaminas.


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